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quinta-feira, 17 de maio de 2012

INCESTO "VERIDICO"









Bom tenho 21 anos, 1,60 de altura, corpo malhado de academia, mas nada exagerado, coxas grossas bunda um pouco grande, 54kg pele branca Cabelos pretos longos e lisos, meu irmão é 2 anos mais velho do que eu. Ele tem 1,80 de altura, cabelos claros com corte asa delta corpo bem malhado de academia.
Bem o que vou contar ocorreu há uns 6 anos atrás, na época minhas amigas de escola eram apaixonadas por meu irmão, algumas até chegaram a ficar ele, embora tivessem namorados. Nessa época a maioria estava perdendo as virgindades com os respectivos namorados, e contavam suas experiências para as demais, nossas aquelas histórias me deixavam bem molhada cheia de excitação, mas eu não tinha namorado. Num certo dia cheguei da aula e estava cheia de excitação, devido umas das histórias de minhas amigas, tomei um banho, coloquei apenas uma calcinha e uma camisolinha, almocei, fui para o quarto dos meus pais, liguei o ar condicionado e fiquei deitada na cama vendo tv. Meu irmão chegou logo depois, tomou um banho almoçou e veio para o quarto dos meus pais tb. ficamos vendo tv e conversando sobre diversos assuntos, até que começamos a conversar sobre minhas amigas, acabei contando algumas das historinhas delas e disse o quanto aquilo me deixava cheia de tesão, brinquei depois dizendo que teria de arrumar algum namorado para tirar minha virgindade e me realizar! Ele deu uma risada irônica e disse que do jeito que eu sou gata que deveria receber um monte de cantadas, que deveria haver fila de homens me querendo. Fiquei envergonhada o silencio predominou por um período de tempo até que ele falou que eu ficava muito sexy com aquela camisola, que já havia se masturbado algumas vezes pensando em mim e que se não fosse-mos irmãos, iria querer ser meu namorado. Nossa a maioria das minhas amigas largariam os namorados na hora pra ficar com meu irmão e embora fosse meu irmão também sentia uma excitação e tinha vontade de poder namorá-lo. Acabei confessando meio envergonhada que também sentia desejo por ele assim como minhas amigas, e que se não fossemos irmão iria querer ele como namorado.
Ele chegou mais perto de mim e sem disser nada olhou nos meus olhos, acariciou o meu rosto com uma das mãos, enquanto ficávamos olhando olhos nos olhos, coloquei minha mão sobre sua nuca o acariciando também, como estávamos bem próximos sentia em meu quadril seu pau já bem duro se contraindo por dentro do short, ao mesmo tempo em que minha vagina ia se irrigando. Aos poucos nossos rostos iam se aproximando sem perder o contato de olhos nos olhos até que por fim nos beijamos, um beijo longo, suas mãos desceram até meus seios por cima da camisola, logo em seguida desceu até minhas coxas onde logo depois veio subindo novamente até meus seios tirando a camisola e expondo meu corpo todo deixando-me apenas de calcinha, tirei seu short deixando-o sem roupa, ele chupou meus seios, pediu para que o chupa-se, o que prontamente fiz, pomos uma toalha em baixo para que não sujássemos nada e disse que queria senti-lo dentro de mim, ele foi colocar a camisinha pedi para que não coloca-se, pois como era minha primeira vez tinha de senti-lo ao natural, e que não haveria problemas, pois tomava anticoncepcionais. Ele veio metendo devagar, nossa que loucura, como minha vagina que já estava completamente molhada não sentir dor nenhuma, aos poucos ele foi iniciando um vai e vem até que não demorou muito comecei a ter orgasmos, ele foi continuando eu aumentando cada vez mais a velocidade e a força eu gozava tanto que parecia estar urinando. Até que um tempo depois ele acabou gozando. Deitamos lado a lado, ficamos nos beijando, até que me pediu para que o chupá-se novamente, quando ele estava bem ereto, me pôs de quatro e foi enviando devagar em meu cuzinho, nossa ali doeu muito, já não estava aquentando tentei recuar, mas é bem mais forte do que eu me segurei e me pediu calma, que só iria por a cabecinha, nossa cada vez que ele ia avançando mai dor eu sentia, eu já estava chorando de dor quando ele pôs todo, ficou imóvel dizendo o quanto era gostoso e apertadinho, o sentia latejando e se contraindo lá dentro quando já estava pra me acostumar e sentir prazer ele começou o vai e vem o que fez as dores voltarem, mas com a medida de tempo fui acostumando e a dor foi dando lugar à excitação até que ele gozou. Ao sentir aquele gozo quente dentro de mim acabei gozando também, e me deu mais excitação ainda quando ele tirou e pude sentir o gozo escorrendo saindo do cuzinho e escorrendo por minhas pernas.
Desde então sempre que tínhamos oportunidade e fazíamos as escondidas. Hoje como meus pais são falecidos, moro com meu irmão, e não nos escondemos mais, todos os vizinhos acham que somos um casal comum, inclusive estou grávida de sete meses.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A PEDIDO DE VOCÊS " INCESTUOZAS" AI ESTA " EU"




 




Gosto do Incesto porque não se trata só de sexo, e sim ‘Tentação, amor, traição e Pecado’...
comentem o que acharão incestuosos (a).       E-mail: Incestuozo@hotmail.com

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Minha irmã, minha namorada!‏




Ola,
Depois de muitos anos o que aconteceu em minha adolescência voltou a minha cabeça e lendo os relatos do site fiquei muito excitado, então resolvi contar o meu segredo.
Vamos la:
Quando eu tinha 18 e minha irmã 17 anos uns parentes vieram passar férias em nossa casa por 30 dias. Minha mãe cedeu o quarto de minha irmã a eles e colocou uma cama de campanha em meu quarto para ela. Isso me deixo muito excitado durante o dia pois não via a hora de ver minha irmã se trocando. As vezes falavamos de sexo, mas sempre com brincadeiras com uma amiga dela de escola. A menina vivia falando que adorava ver fotos de pessoas "se comendo". Minha irmã ficava muito curiosa. Naquela noite, minha mãe arrumou as camas e foi se deitar. Já na primeira noite ela se despiu para deitar e ficou com uma calcinha e sutiã azuis tranparentes em minha frente. Aqueles seios durinhos me deixaram doido. Eu ficava sondando ela depois do banho, pela fechadura do banheiro. Ela ficava de lado, em frente ao espelho, colocando aquele sutiã azul fininho e transparente. O bico dos seios quase furava aquele tecido tão fininho. Então naquela noite, qdo ela tirou o shrts e a blusinha, ficando só com aquela calcinha e sutiã azuis, perguntei: Quer deitar aqui comigo? E ela: Pra que? E se a mãe entrar aqui? Ai eu disse: A gente fica quietinho. Ela sorriu, disse, vc ta maluco né? Eu insisti. Falei: A gente fica bem quietinho. Ela não disse nada. Apenas se deitou ao meu lado...podia sentir a sua respiração ofegante. Passei a mão pelos seus seios, por cima do sutiã, meu pau ja estava latejando, então ela pegou com as duas mãos e puxou o sutiã para os lados e sorriu...eu comecei a beijar e chupar...estava maluco, não sabia o que fazia primeiro, então fiquei por cima dela beijando os seios e com meu pau entre suas coxas, um pouco acima dos joelhos. Foi qdo ela disse baixinho em meu ouvido: Vem mais pra cima. Fiquei esfregando meu pau por cima da calcinha, então ela puxou de lado, segurou meu pau e ficou pincelando em seu grelinho de olhos fechados com os lábios entre os dentes. Ela não parava, então meu pau latejando comecei a gozar sem parar entre os lábios daquela xaninha deliciosa. Ela percebendo, me beijou demoradamente, me apertou contra sue corpo. Ficamos mais alguns minutos naquela posição. Estavamos todos melados. Deitei ao seu lado e ela ficou brincando com minha porra sobre seus pentelhinho ralinhos. Perguntei? Você gostou? Ela concordou com a cabeça e disse baixinho: Quero que você faça isso aqui dentro, apontando pra sua xaninha. Eu estava tão excitado ainda, mas ao mesmo tempo com medo que minha mãe abrisse a porta e visse nós dois daquele jeito. Ela com a calcinha perto dos joelhos, toda gozada e eu ainda de pau duto ao seu lado. Então disse: Vá se limpar. Ela ficou me olhando, ai se levantou e foi ao banheiro se limpar. Voltou, me deu outro beijo, e se deitou em sua cama. Nas outras noites que se seguiram, transamos várias vezes, sempre bem quietinhos. Algumas vezes ela começava a gemer, então eu a beijava, para abafar seus gemidos. Sentia tanto tesão e ao mesmo tempo um carinho enorme por ela. Tão delicada e cheirosa. Na segunda noite pedi que pegasse em meu pau. Ela bateu a punheta mais gostosa que ja tive em toda minha vida. Lentamente ela subia e descia com aquela mãozinha delicada, pedi que lambesse um pouco pra ficar mais gostoso. Ela lambia e batia, lambia e batia, então falei que não estava mais aguentando e ela rapidamente pegou minha mão e colocou em meu pau e disse: Vai, bate pra mim, colocando aquelas mãozinhas delicadas em forma de concha na frente. Naquele momento comecei a gozar muito. Umjato atras do outro. Eles passavam direto sobre suas mãos e iam direto naqueles peitinhos, pescoço. Ela ficou toda lambuzada, me olhando como se não esperasse tanta porra assim. Pegou a calcinha e começou a esfregar nos seios e no pescoço.Peguei seu sutiã e comecei a ajudar. El seguida olhamos um pro outro e começamos a rir. ela colocou a mão na boca, pra abafar o riso e acabou se lambuzando ainda mais. Ai falou: Tem gostinho de nada...rsrsrsr. Eu Disse: Passe mais, então ela começou a lamber a calcinha. Era a visão mais linda qeu eu podia ter. Em duas a três noites minha irmã fez mais coisa comigo do que a maioria das namoradas que tive nos anos seguintes. Ela estava tão curiosa com meu corpo quanto eu com o dela. Me perguntava se ele ficava assim tão duro a qualquer hora. Respondi que sempre que via uma garota linda e gostosa como ela. Ai ela falou: E como você se vira na escola? Tem tanta menina gostosa. Eu respondi: Ah...as vezes vou ao banheiro e bato uma punheta pensando nelas...ai passa. Então ela disse com um olhar safado: Você já fez pensando em mim? Claro, várias vezes. Você é a menina mais linda e gostosa que conheço. Eu fico cheirando tuas calcinhas depois que vc tira. Ela arregalou os olhos e disse: Você é doido mesmo, mas eu te amo mesmo assim. Você é a pessoa que mais me faz feliz. Por tua causa eu melei minha calcinha hoje na escola. Fiquei lembrando do que fizemos ontem. E assim foram passando os dias, uma angustia foi tomando conta de mim, pois aqueles 30 dias estavam voando. A cada noite faziamos amor mais gostoso. Descobrimos nossos corpos e o prazer que nos proporcionamos. Não quero tormar este relato uma pornografia, pois havia muito amor entre nos, mas chegamos ao ponto de fazermos sexo nos fundos de casa durante a tarde, pois não conseguia esperar até a noite. Ela tirava a calcinha no banheiro, ia para o quintal, tinhamos muitas bananeiras, ai ela fica de frente para muro, eu levantava sua saia, e a comia em pé, com minhas mãos apertando aqueles peitinhos durinhos. Hoje somos casados, temos filhos e nunca mais tocamos nesse assunto. Não sinto nenhum arrependimento pelo que fizemos, acredito que ela também não. Queria que o tempo tivesse parado. Queria aquele anjo de menina por todos os dias de minha vida. Pois aqueles 30 dias,me fizeram mais feliz do que toda minha vida.

Eu e minha irmã, nudismo e sexo na praia



Estávamos, eu e minha irmã (chamarei de Patrícia) em Porto Seguro quando tudo aconteceu. Eu tinha 32 anos e ela 30, idade perfeita para se ter liberdade. Um dia estávamos em um bar e um casal que havíamos conhecido nos disse que ali perto tinha uma praia de nudismo, em Trancoso se não me engano, e disse que era um lugar discreto e tranqüilo, de muito respeito. Patrícia ficou maravilhada com a idéia e quis ir até lá. Ficamos sabendo que à tarde era mais tranqüilo, bom para iniciantes, e depois de um dia de insistência resolvi ceder e ir com Patrícia até lá.
De início não pareceu ser uma praia de nudismo. Perguntamos em um barzinho onde ficava a praia de nudismo e a mulher nos respondeu que em qualquer lugar ali era liberado, mas, que as pessoas preferiam se afastar mais dos bares e das casas e nos apontou para o lado onde era mais usado pelos praticantes. Pat me chamou para tomarmos umas cervejas no bar, antes de nos aventurarmos, para que criássemos coragem. Eu ficava excitado só de pensar em ficar ali sentindo o vento bater no meu pinto e o balançando de um lado e outro, já que tenho um pinto bem avantajado. Quando era umas 5 horas da tarde, horário de verão, senti que já era hora. Por precaução fui ao banheiro e bati ma punheta para não correr riscos.
Saímos andando pela praia até nos afastarmos das casas e dos bares. No caminho encontramos várias pessoas nuas, não havia um aglomerado onde todos ficavam como se vê em fotos e filmes de praias de nudismo, cada grupo em seu canto. Encontramos um local onde não havia gente por perto e ali Pat me perguntou - vamos tirar aquí? - disse que sim e sem nenhum problema tiramos as roupas. Pat me olhou da cabeça aos pés e me disse - Cara... que legal, não acredito nisso - demos as mãos e corremos para o mar. Ficamos ali até começar a escurecer. Pessoas passavam, também nuas e nos comportávamos como se fossemos veteranos.
Chegando no hotel, fomos tomar banho juntos e comecei ficar de pinto duro. Eu ainda não estava com tesão por causa dela, que diga-se de passagem é deliciosa, e sim pela situação. Não fiquei de pinto totalmente duro, mas ela, é claro, percebeu e me disse sorrindo - Ficando de pinto duro né, safado. - comentei com ela que para s mulhrt era fácil, podia ficar com tesão o tempo todo que ninguém percebia, ela confirmou que tinha ficado com tesão e me perguntou como eu fazia para me controlar. Contei para ela sobre a punheta antes. Ela então me disse que se durante o dia haviam poucas pessoas lá (não era época de temporada nas praias) e que à noite seria completamente deserto e me perguntou se eu topava voltar lá mais tarde para que eu pudesse soltar meu tesão à vontade. Concordei e fomos dar um tempo em um local que pudéssemos comer algo.
Quando deu lá paras dez e meia da noite, pedimos um litro de uísque, pagamos a conta e lá fomos nós. Chegando no local estava tudo deserto, os bares fechados e nem uma alma viva. Estacionamos o carro e fomos nos afastando das casas andando pela praia. Eu estava de sunga e meu pau já estava duríssimo quando de repente encontramos um casal jovem que nos cumprimentou e vendo o volume na minha sunga o cara disse - Aí jovens fiquem à vontade. À noite aqui tudo é liberado. Continuamos andando até não vermos nenhuma luz mais, apenas da lua cheia que nos permitia enxergar bem um ao outro. Tiramos a roupa e novamente corremos para a praia dessa vez eu estava à vontade, com o pinto tão duro que parecia que ia quebrar.
Depois de bastante banho e encostarmos quase sem querer um no outro (ela os seios e eu o pinto) várias vezes, fomos até a praia e começamos a beber. Meu pinto não baixava de jeito nenhum quando Pat me disse - Cara você tá nessa já tem um tempão, deixa eu fazer uma carinho no bichinho que está sofrendo. - ela começou a acariciar meu pinto tão gostoso que nem lembrei que era minha irmã. Depois caiu de boca, chupava meu pinto, meu saco, punha os ovos na boca e tudo mais, nunca levei uma chupada tão gostosa como aquela. Levantou me deu a mão e corremos novamente para o mar. Lá no balanço das água Pat ajeitou meu pinto que entrou lentamente na buceta dela e com pouco tempo de foda gozamos.
Voltamos para a praia rindo um para o outro e não parávamos de nos tocar e brincar na toalha sobre a areia. O tesão era tanto que meu pinto nem amoleceu e aproveitei um momento em que ela virou a bunda para mim e enfiei na buceta dela por trás. Cara essa foda durou mais ou menos uns 40 minutos, que loucura. Ficamos lá no vale tudo até quase o dia clarear, devemos ter tirado umas 3 ou 4.
Chegamos no hotel tomamos banho e dormimos juntos e nus. Acordamos à tardinha e à noite estávamos lá novamente. Foram 7 dias de muito sexo e muita loucura.
Isso já faz 6 anos e até hoje fudemos sempre. Moramos juntos em uma cidade longe da nossa como marido e mulher, nunca tivemos nenhum sentimento de culpa ou coisa parecida, por sermos irmãos, é isso que alimenta nosso tesão e amor que parece não ter fim. É isso aí, sempre que podemos voltamos à Porto Seguro e ...

Quero deixar claro que tudo isso é verdade. Não sou como certas pessoas (que não têm o que fazer) que mandam mentiras para os sites, com intenção de enganar os outros

Delirando de prazer com meu irmão

O que venho a relatar é algo que aconteceu comigo de uma forma inesperada, não pensem que planejei todas aquelas situações, que sou uma mulher sem valores, pervertida ou coisa do tipo. Mas gostaria de dividir com alguém um pouco do prazer que senti.

Eu sempre fui uma menina muito caseira, morava com minha família em um sítio aqui no interior do Rio Grande do sul. Era uma vidinha pacata, ainda pela manhã eu tirava leite das vacas, alimentava os animais e fazia comida para meu pai e meus irmãos, um de 12 e outro de 14 anos.

Sempre cuidei deles, minha mãe havia falecido quando eles ainda eram muito pequenos, então fiquei com as responsabilidades da casa, mesmo sendo ainda uma menina.

Nossa casa ficava muito longe da cidade e para mim era praticamente impossível sair de lá para qualquer situação que fosse. Meu pai e meu irmão mais velho que seguidamente saiam, eles levavam leite para alguns mercadinhos da cidade, e lá passava quase o dia inteiro.

Eu passava o dia cuidando do meu irmão menor, o ensinei a amarrar os cadarços, a ler e escrever e até pouco tempo ainda dava banho nele, onde eu fosse ele estava perto e me ajudando.

Era como meu filho, muito apegado a mim. Ele nem chegou a conhecer a mãe que morreu no parto, era um menino franzino, de cabelos pretos e lisos com uma pele pálida. Ele se espelhava em mim para tudo, e não desgrudava um segundo. Eu era para ele a única referência feminina, o garoto poucas vezes havia saído do sítio e com o passar do tempo iniciou uma série de questionamentos que me deixavam extremamente constrangida.

Ele queria saber por que não podia tomar banho junto, dormir junto e por que eu fazia xixi sentada e ele em pé... Certo dia, ele viu alguns papéis sujos no lixo do banheiro, ele guardou e mostrou pro papai, apavorado ele achava que eu estava doente e não queria contar para ninguém... Eram minhas regras! Ele me espiava no banho, e já naquela época parecia ter um pintinho bem saliente... Pois a noite ele dizia que estava com medo e pedia para dormir comigo, ele se abraçava e no meio da noite eu sentia ele me tocando... Seu pequeno pênis se esfregava em mim... Era estranho, não queria pensar naquilo, mas eu gostava, sentir aquela cabecinha de um pau ainda pelado me cochando por debaixo dos lençóis...

Mas ele estava crescendo e não passava muito tempo aquele garoto começava a encorpar-se, e no seu rosto, as primeiras penugens brotavam na pele. As brincadeiras dele comigo já tomavam outro tom, ele estava forte e me dominava com facilidade... Eu era uma mulher pequena, mas ostentava grandes seios e quadris, era do tipo ancuda, de cabelos longos e cacheados.

Ficávamos sempre nós dois nos fazendo companhia, mas um dia chegando das cocheiras, vejo meu irmão em uma situação estranha, estava a alisar uma pequena porquinha que tínhamos e que era criada solta, como animal de estimação. Ele sempre brincava com ela, mas naquele dia ele estava no fundo do pátio com ela no colo, ele se assustou quando me viu, e para minha surpresa quando o se levantou, estava com as calças pelos joelhos... Ele vestiu-se com rapidez e correu para dentro de casa, mas não pude deixar de ver que ostentava um grande membro, que se mantinha duro e dificultou que suas calças fechassem... Meu irmão estava crescido e me surpreendi com o tamanho de seu dote.

Mais tarde conversei com ele, que me negou que tivesse acontecido qualquer coisa... Mas ressaltou que era um homem e que tinha suas necessidades. E isso se confirmava cada vez mais a medida que o tempo passava, na sua cama quase toda noite eu via ele colocar as mãos por dentro da cueca e mexer no seu pinto, eu fingia que não via, mas não posso negar que me sentia atraída por aquela enorme rola, ficava molhada e tocava na minha bucetinha também.

Mas ele era meu irmão e lhe devia respeito, só que eu o surpreendia com frequência entre as cocheiras, de calças arriadas alisando sua pica... Eu já não o interrompia mais, e certa vez passei a observá-lo, ele se mantinha sentado entre algumas laranjeiras e enquanto via um cavalo cobrir uma égua ele se masturbava...

Fazia cara de quem estava louco de tesão, ao ver aquele mastro que o cavalo exibia entre as patas... ele cuspia nas mãos e alisava a cabeça de sua rola... Eu observava tudo sem dar um pio, e por baixo daquele meu vestidinho de chita eu encharcava as calcinhas, e mesmo sendo meu irmão eu desejava aquela pica entre as minhas pernas.

Ele ficava ali até gozar e quando terminava ele sempre ia me procurar, ficava de abracinhos e beijos, cheio de frescuras para o meu lado... Numa dessas ele pegou da minha mão o pano que eu secava a louça e saiu correndo em direção ao quarto, eu, já brava, vou atrás. Ele me surpreende me jogando na cama e deita por cima de mim...

Entre as minhas pernas posso sentir o volume de sua rola que de tão dura parecia querer me furar... Ele num instinto de tara, me beija a boca. Eu tento me soltar, mas ele me segura e só me solta quando ameaço contar para o nosso pai. Mas confesso que naquela hora eu estava louca para abrir as pernas e me deixar penetrar, estava toda melada e adoraria que ele não respondesse as minhas ameaças e me socasse sua pica bem no fundo... Mas ele recua.

Ainda no mesmo dia, já pela tardinha, resolvo tomar meu banho e para piorar, havia esquecido minha toalha no varal. Como estávamos só os dois ema casa, eu não podia sair nua do banheiro, então pedi para que ele me alcançasse mas que não bancasse o espertinho... Ele disse que eu andava cheia de frescuras e que já tinha me visto pelada muitas vezes!

Ele me alcança a toalha, mas fica a me esperar no quarto onde sempre vou colocar a roupa. Eu peço que ele saia, mas ele disse que éramos irmãos e não precisava ter vergonha, me pediu para olhar... Ele dizia que o dia que estivesse com uma mulher nem ia saber o que fazer, que tinha vergonha disso.

Então resolvo me trocar ali mesmo, eu me desenrolo da toalha e deixo à mostra meus minha xoxotinha cheia de pelos, ele parecia encantado com minha nudez e como se nunca tivesse me visto assim ele argumenta que eu havia mudado bastante, que estava bonita. Eu vejo entre suas pernas o volume de seu pau ficando duro para mim, meu irmão se excitava por me ver...

Ele notava que meu corpo tinha formas mais femininas, que meus seios já demonstravam biquinhos duros e escurecidos. E que minha bunda estava bem saliente. Ele me confessa que nunca havia visto uma mulher nua de verdade, além de mim e que tinha curiosidade de ver como era uma xoxotinha de perto, por dentro... Brincando me pede para tocar minha xana... E diz que se eu deixar ele mostra sua rola para mim, eu brinco e digo que já havia visto várias vezes aquele pintinho, mas ele retruca falando que não assim... Tão grande e duro...

Ele saca de dentro das calças uma pica enorme, uma rocha que apontava para a lua, estaqueada. Eu ainda nua, sinto entre minhas pernas, minha bucetinha piscar de tesão. Ele pede para que eu toque, eu tinha receio de cometer um pecado, mas possuída pela tentação eu toquei, e quando coloco a mão sobre a enorme cabeça daquela rola, ele geme...

Eu sento ao seu lado na cama e continuo a mexer no seu pau, eu masturbava meu irmão com prazer, estava sedenta por uma pica, que há anos não via. Ele me diz para chupá-lo, e sem pensar duas vezes eu cai de boca naquele cacete gostoso, meu irmão era bem dotado, mas era cabaço de mulher ainda. Já tinha comido algumas éguas, porcas, mas buceta de verdade não...

Ele precisava saber o que era um rabinho gostoso, uma bucetinha quente e molhada que se lambuzava por uma pica grossa... E ele tinha. Eu deitei para trás na cama e ele me arregaça as pernas abre minha xana e enfia a língua... Você é gostosa maninha, ele fala.

Ele lambe bem o meu grelinho, chupa com voracidade mas gostoso, degustando todo aquele mel. Não se contém e testa meu buraco com os dedos, ele sem pena enfia na minha vagina e tenta achar seu fim.. Ele tenta alargar meu rabo, querendo enfiar a mão toda, estava acostumado com a xota das éguas... Não sabe o que é uma xana de mulher.

Ele quer me penetrar o pau, quer sentir sua rola dentro de mim, ele me botou de quatro, e sentia-se um cavalo com a pica dura e numa única estucada enfia até as bolas! Inexperiente.. O potrilho safado quase me rasga... Mas eu gosto.

Meu irmão me pega nos cabelos e com força fode minha xoxotinha, enfia sua pica gostosa e cabeçuda no fundo do meu rabo... Delicia! O potranquinho sabia foder de verdade, e arregaçar qualquer buraco... E não satisfeito ele tenta penetrar meu ânus, eu falo para ter calma que ali doía, mas ele nem espera eu terminar de falar...

Interrompe minha fala com uma estocada no meu cu. Ele soca, até tirar sangue! Me dominando com força ele segura minhas ancas e me impede que saia de sua mira. Na minha bunda o barulho de suas bolas, do pau que arregaça meu cuzinho. Meu rabo ardia e parecia dilacerado com aquele cacete gigantesco... O garoto estava sedento por uma xota, e me tratava como sua porquinha.

Mas começo a mexer no meu grelinho e vou aos poucos relaxando e soltando as pregas... Ele enfia mais fundo ainda! Estava gostoso, eu adorava dar o cuzinho, me sentia como uma cadela! Pica gotosa, caralho grosso e cabeçudo... Arregaçando o meu cu sem pena... Era assim que meu mano fazia!

Ele gozou lá dentro e seu pau murchava aos poucos, enquanto ele pincelava com sua pica a porra na minha bunda... Foi demais! Nós ficamos ali abraçados e nos beijamos...

Esse era o nosso segredinho, transamos muitas vezes depois, eu e meu irmão fazíamos cada safadeza sozinhos em casa, e não víamos maldade nisso, depois de já termos cometido o pecado uma vez, de Deus receberíamos apenas um castigo... Por isso aproveitávamos e nos satisfazíamos, e para mim, nunca me faltou homem... Pois meu próprio maninho já me fazia sentir mulher.

Se você gostou deste conto, não esqueça de postar um comentário e votar na coluna ao lado, ou se preferir mande um email para:

nina_von_teese@hotmail.com

E para ver mais contos de Nina Von Teese acesse o Blog:

http://contosninavonteese.blogspot.com

e se divirta!!!! Beijusem vc ...

Nina Von Teese.

MEU IRMÃO MIN SATISFAZ



Meu nome é Mariana, tenho 27 anos e sou casada há seis com um homem muito bom, carinhoso, mas que no quesito sexo, deixa muito a desejar. Quando casei eu não era mais virgem e apesar de ter ido pra cama com apenas mais três homens antes dele, posso dizer que conheço o que um homem não deve fazer com uma mulher, já que essas pessoas também nunca me fizeram “ver estrelas” especialmente no quesito tamanho! Por isso eu morria de inveja de algumas amigas que contavam ter dado pra homens com cacetes enormes, que metiam por muito tempo... essas coisas todas!
Sou branca de cabelos castanhos; tenho 1,67 m e 60 kg; seios médios e firmes de bicos pontiagudos; cintura fina de quadris largos e bundona grande, empinada e redonda com marquinha de biquínis. Entre as coxas grossas uma xoxota média, mas tão gorda que chega a partir ao meio quando uso shortinhos de cotton ou algodão fino. Enfim, sou uma mulher bonita e gostosa, daquelas que chamam a atenção na rua ou qualquer outro lugar.
Tenho um irmão chamado Cláudio (Kaká para os íntimos), sete anos mais novo que eu segundo a boca pequena é um perfeito garanhão: pau enorme e disposição pra meter até elas pedirem arrego! Eu sempre ouvia essas conversas, mas, achava que era mais exagero, coisa de pessoas que não têm o que fazer e ficam atazanando a vida das outras. Porém, recentemente ele começou a namorar uma garota que logo se tornou minha amiga íntima e não demorou para ela passar a me contar coisas incríveis que eles fazem na cama e de todas as coisas que ela contava, sua ênfase maior era para o tamanho do cacete de meu irmão e pela sua disposição em foder horas e horas! Dandara, a cunhada em questão, me dizia que o pau dele era enoooorme e que quando ele a pegava de jeito, ela ficava dolorida e exausta por dias inteiros e que não tinha como dar pra ele todos os dias como era seu desejo. Isso tudo somado à minha carência por uma pica de verdade, foi fazendo com que eu ficasse curiosa e depois mesmo sem querer, a desejar meu irmão como homem, chegava a sonhar com ele me fodendo loucamente na ausência de meu marido! E de tanto eu querer matar minha curiosidade em relação ao tamanho da sua vara que um dia acabei vendo-o totalmente pelado. Cláudio estava tomando banho e pensando não ter ninguém em casa (ele morava com meus pais) deixou a porta do banheiro aberta. Quando ouvi o chuveiro ligado já imaginei meu irmão se ensaboando, o cacete ereto, aquela delícia! Pé ante pé me aproximei do banheiro e a cena que vi compensou qualquer expectativa: Kaká estava mesmo de pau duro e minha cunhadinha era modesta: aquilo não era um pau enorme, era descomunal, nunca imaginei um cacete daquele tamanho e grossura, cheio de veias, a cabeçorra vermelha. O pau estava tão duro que chegava a tocar sua barriga, a cabeça muito além do umbigo! Kaká ensaboava lentamente aquele monumental cacete saboreando todo o prazer que isso causava deixando-me nas nuvens e louca de desejo de sentir tudo aquilo dentro de mim! Sem pensar em mais nada, tirei toda a roupa e completamente nua entrei no banheiro! Kaká levou o maior susto, mas fingindo naturalidade, disse a ele que queria tomar banho também, porque não, somos irmãos, essas coisas todas! Mas, meus olhos fixos na sua vara dura deixavam claro o que eu de fato queria e meu irmão que não é bobo, sacou isso de cara! Então ele se ofereceu para me ensaboar e eu aceitei ficando de costas para ele, acho que no fundo eu estava corada por estar nua com meu irmão no banheiro! Com habilidade ele começou a passar o sabonete nas minhas costas descendo até minha deliciosa bundona, daí foi subindo sem passar pela xoxota até chegar em meus seios que estavam duríssimos de tanto desejo! Ele acariciou cada um deles demorando mais nos biquinhos que pareciam ponta de lápis de tão durinhos, aí eu não suportei mais e busquei sua piroca dura que roçava na minha bundinha! Foi a vez de Kaká gemer e pressionar minha bundona e coxas com aquele cacete descomunal! Deixando o sabonete de lado, ele fez com eu me inclinasse um pouco para frente e afastasse as pernas. Sabendo o que ia acontecer eu aguardei entre temerosa e cheia de desejos a penetração que fatalmente seria dolorosa. Quando a cabeça tocou minha xoxota e começou a esticar minha rachinha, eu quase gozei, mas imediatamente me dei conta da encrenca em que me metera: com uma estocada poderosa enfiou a metade daquele instrumento enorme e grosso dentro de mim! Não deu pra conter o grito e eu tentei fugir, mas ele segurou-me pelos seios com as ambas as mãos e prendeu-me contra si. A seguir empurrou a piroca enorme pra dentro de mim e só parou quando sentiu os pentelhos tocando minha bunda! Gemendo alto eu pedia que ele fosse devagar, mas, no fundo eu queria mesmo era ser fodida, socada por um macho cheio de tesão, nem pensar naquelas enfiadas suaves de meu marido! E Kaká mandou ver socando sua vara na minha xoxota que mal cabia tudo aquilo dentro dela, mas o prazer de ser bem comida logo substituiu a dor de receber um cacete daquele calibre e eu mexia ajudando as socadas de meu irmão, gemia e gritava pedindo que ele me comesse de verdade, que me fodesse, que socasse com força... depois de me foder por trás por algum tempo ele pediu-me que virasse de frente e foi com uma das pernas flexionadas que continuei levando vara naquele banheiro! Ele socava com tanta força que fazia barulho cada vez que entrava em mim, meus seios apesar de firmes, balançavam a cada estocada! Eu gritava e ele gemia alto até que anunciou que ia gozar. Sem pensar nas conseqüências e gozando também pela primeira vez numa vara, gritei pedindo que ele gozasse, que me enchesse de pôrra quente e ele atendeu-me inundando minha xoxota de leite em tamanha quantidade que escorreu pelas pernas.
Arfando ambos, tomamos banho e ele puxou-me para seu quarto para continuar a me foder e eu nem pensei em evitar isso! Que delicia vê-lo caminhando com aquele pauzão enorme duríssimo, ereto, apontando para sua barriga! Na cama eu o deitei de barriga para cima e comecei a acariciar, beijar e chupar seu enorme cacete que mal cabia na minha boca, quanta diferença do pauzinho de meu marido! Ele segurava minha cabeça pelos cabelos e socava a vara como se estivesse fodendo minha boca, daí não teve muita paciência e empurrou-me fazendo com que eu ficasse deitada de costas. Abrindo minhas pernas, Kaká veio pra cima de mim com aquele cacete descomunal ereto, duro, a cabeçorra brilhando e vermelha. Colocou a cabeça na minha racha e sentindo-me encharcada, deitou-se sobre mim e me penetrou agora ais devagar, porém de uma só vez até o fundo, seus pentelhos tocaram a testa gordíssima de minha xoxota! Meu gemido alto o incentivou a começar a me foder de forma deliciosa, enfiando até os bagos, tirando tudo e metendo de novo... dar pra meu irmão era sensacional e eu acompanhava seus movimentos mexendo os quadris, elevando a pélvis de encontro ao seu cacete numa sincronia de movimentos que fazia seu caralho entrar ainda mais fundo na minha xana, aumentando nossos gemidos! Eu dizia “me fode, me come meu irmãozinho, faz tudo que seu cunhado não faz, ah como é bom foder essa piroca, mete, mete tudo na sua irmã casada, fode sua irmã casada, ah como eu preciso de um caralho deste”... E ele: “então toma vara, toma tudo maninha safada, meu cunhado não te come é, pois eu vou te comer todos os dias, venha aqui que eu vou meter a vara dura nessa xoxota gostosa, como você é gostosa maminha, ah como entra até os bagos”... Eu: “isso, me come, enfia tudo na sua irmã casada, faz o que seu cunhado não faz, me fode”...
Naquela loucura eu nem me atentava para o perigo de mais alguém chegar, até mesmo meu marido! Eu só pensava em levar vara, em aproveitar aquela pica que me fodia tão bem, que me dava tanto prazer; eu era uma mulher e ele um homem, eu queria dar e ele queria comer: tava tudo certo! Aos poucos meu prazer foi aumentando e eu senti que ia gozar na sua vara, então pedi que ele metesse bem forte pra eu gozar... Kaká me deixou de franguinho-assado e me socou a pica com tanta força que doía, mas era o que eu queria e meu orgasmo veio forte, intenso, avassalador! Ele parou de mexer com a vara toda enterrada dentro de mim e depois que minha respiração voltou ao normal, pediu que eu ficasse de quatro para ele me foder por trás. Não pensei duas vezes e fiquei de quatro, a cabeça afundada na cama, a bundinha empinada. Abri as pernas e esperei. Meu irmão ajeitou a cabeça da pica na minha racha e empurrou firme enfiando até o fim! Segurando-me pelos quadris ele começou a estocar socando forte, metia tudo, tirava e socava de novo enlouquecendo-me de desejos e prazer. Eu gritava “me come de quatro, me pega por trás, fode sua irmã casada, gosta de comer uma mulher casada, gosta”... e ele só gemendo e dizendo “toma, toma, toma sua cachorra” continuava metendo cada vez mais rápido e forte até anunciar que ia gozar. Outra vez não me importei e deixei que ele me inundasse de pôrra e isso me fez gozar mais uma vez na sua piroca!
Meu irmão saiu de dentro de mim no exato instante que ouvimos barulho lá fora! Foi o tempo de eu correr para o banheiro, já que tinha vindo de lá totalmente nua, onde comecei a tomar banho cantarolando pra disfarçar! Era meu pai que chegava trazendo minha irmã menor da escola e ao ver-me sair do banheiro depois, espantou-se “uê, não tem água em casa”? Inventei uma desculpa qualquer que ele aceitou sem maiores explicações e nisso meu irmão saiu do quarto enrolado numa toalha reclamando: “pensei que não iam mais sair desse banheiro e eu ia dançar sem banho... quem estava nele”? Que cara de pau! Ao passar por trás de mim beliscou minha bundinha e seguiu assobiando para o banheiro!
Essa foi a primeira vez que dei pra meu irmão, mas agora que a porteira abriu, não penso mais em procurar ninguém pra curar minha fome de pica: meu irmão me come pelo menos uma vez por semana e mantêm-me satisfeita e feliz. Se meu marido descobre... 


IRMÃ DE BUNDA EMPINADA!


Olá a todos. Me chamo Bruno e vou contar um fato verdadeiro, que me aconteceu há pouco tempo, e por não ter como me vangloriar dele entre meus amigos, por ser a pessoa de minha casa, conto o caso aqui, sem a menor preocupação. Tenho 18 anos e sou um cara bonito. Para falar a verdade minha família toda é bonita, porque acho minha mãe ainda muito conservada e atraente, minha irmã irmã Érika, é um ano mais velha que eu e é a mais gata daqui de casa. Meu pai também mora conosco. Moramos num apartamento aqui em Belo Horizonte.
Érika é um tesão. Devido a sua beleza e gostosura sempre fui tarado. Em casa, sempre procurava entrar no quarto dela enquanto ela trocava de roupa, na tentativa de espiar alguma coisa. Quando ela entrava no banheiro inventava de pedir algum shampo, qualquer coisa, para fazer ela abrir a porta. Ela sempre percebeu esta minha estratégia, as vezes se exibia para mim, dava corda, mas outras vezes cortava logo o meu barato. Enfim, posso dizer que vivi e vivo intensamente a fase em que meus hormônios estão aflorando e meus nervos à flor da pele. Qualquer coisa faz meu pau endurecer como pedra. Imaginem como eu não fico quando ela sai enrolada do banho, com uma toalha branca e olhando para mim. A Érika é um tesão e tem me deixado doido. Deixe-me dizer o porquê.
Érika é muito gostosa. Tem a pele clara, os cabelos lisos e pretos. É um pouquinho mais alta que eu, talvez 1,72 de pura sensualidade. Sua curvas são acentuadíssimas, sua barriga é enxuta, suas coxas são grossas e sua cintura é fina, o que apenas realça ainda mais sua bunda. Érika tem uma bunda do tamanho perfeito (pelo menos eu acho). Para não dizer que ela é perfeita tem um pouquinho de celulite nas laterais de suas nádegas, causadas mais por sua bunda ser cheia, mas é tão pouco que apenas me dá mais tesão. No entanto, o que vinha mais me enlouquecendo era a postura dela. Érika tinha a bunda empinada, mas empinada mesmo, que as vezes eu desconfiava que ela fazia de propósito. Ela fica bem com qualquer roupa, mas costuma usar mais esses vestidos finíssimos e esvoaçantes, e quando ele cola em seu corpo deixa ver o elástico da sua calcinha. E ela anda assim no meio de todos, como se desconhecesse que estava super gostosa e chamando a atenção de todos. Meus amigos babavam. Eu achava que ela gostava disso, mas eu ficava muito puto.
Assim ela me endoidou por anos, judiando de mim dentro de casa. Como já disse, as vezes ela parecia me provocar e dar corda a meus atos, e nessas tivemos alguns episódios sensuais entre nós. O mais forte vou contar agora, antes de dizer o que nos aconteceu esses dias. Pois bem, certo dia, mesmo estando meus pais em casa, resolvi ir mais a fundo nisso de entrar em seu quarto quando ela saia do banho, porque na maioria das vezes ou ela trancava a porta ou ainda estava de toalha ou de roupa trocada, então decidi eu entrar também de toalha, e quem sabe fazer com que ela visse meu pau. Tomei um banho de fachada e, quando vi que ela saiu do banho apenas de toalha para o quarto, me enrolei e dando um pequeno tempo atrás da porta a abri duma vez, e como estava aberta, peguei Érika apenas de calcinha e sutiã, próxima a cama. Parecia que ia passar algum produto no corpo. Ela estava demais e isso me excitou na hora. A calcinha branca lhe assentava perfeitamente, em suas coxas e barriga, e formava um pacote em sua vulva. Érika não tem os seios grandes, mas eles sempre me atraíram, principalmente porque ela parecia trazê-los para frente. Naquele momento estava com um sutiã em forma de taça. Usei a desculpa de que procurava por uma escova de cabelo, e nisso fui ao guarda-roupa. Minha irmã parecia já ter percebido que meu pau endurecera, então, criando coragem, num só movimento que fiz para pegar a escova deixei minha toalha cair, e fingindo surpresa olhei para ela, que por sua vez olhava diretamente para meu pau, que de tão duro apontava para o teto. Ela passou até um tempinho olhando, tempinho esse que eu aproveitei para admirar seu corpo em trajes íntimos, mas quando ela viu que eu a olhava ela disse, sem desviar os olhos de meu pau:
- Eita menino! Por que é que isso tá assim?
Foi o momento que eu usei para pegar a toalha e me enrolar de novo.
- Assim como? Eu disse, me fazendo de doido e olhando para ver se não vinha ninguém.
- Ah, você viu! Assim, tão grande... Por que é que estava assim?
Eu não sabia se ela queria me dar uma bronca ou estava surpresa, então na hora eu inventei uma coisa sem lógica para ficar por isso mesmo, eu disse:
- Ah, sei lá.. É normal ficar assim quando eu tomo banho, ou quando acordo.
Ela disse: “sei...”, como se não tivesse acreditado, “pois vá se enxugar para ver se amolece isso daí”. Então ela riu e aproveitei para antes de sair do quarto me virar e dizer sorrindo: “não é assim que amolece não...”
Pronto, ficou só nisso, mas depois desses dias eu criei muito mais coragem com minha irmã, de modo que eu passei a começar a mexer nela. Como, por exemplo, nos dias em que eu sentia que ela estava empinando mais a bunda, ao sairmos juntos a algum canto eu dava-lhe um tapinha. Ela me olhava mas não dizia nada, o que somente foi me dando mais coragem.
Certo dia, então, voltávamos de algum lugar de lotação, porque nossos pais não tinham ido nos buscar, e ela, para variar, estava tão gostosa e safada num dos vestido que tinha, que eu estava decidido a tentar alguma coisa. A lotação ia lotada. Era horário de pico e ambos íamos em pé. Ela estava em minha frente então foi apenas eu olhar para sua bunda, ver pelo fino tecido do vestido suas nádegas, o elástico da sua calcinha, que meu pau endureceu tanto que perdi a cabeça. Então, vendo-a com a bunda empinada em minha frente colei meu corpo no seu, como se a abraçasse, e posicionei meu pau duro entre suas nádegas. Nossa! Foi uma sensação indescritível. Meu pau estava em tempo de explodir e eu sentia meu pau fazendo pressão em sua bunda. Érika não teve nenhuma reação, provavelmente para não chama a atenção, porque a lotação ia cheia e assim parecíamos um casal de namorados. Eu sabia que ela não poderia dar escândalo. Então aproveitei mais ainda, e pressionava meu pau contra sua bunda tão gostoso que sentia sua calcinha. Pousei uma das mãos em sua barriga e na maior cara de pau disse:
- Quer que eu leve os seus livros? (ela trazia umas apostilas).
- Sim - ela disse, me entregando.
Acho que ela não reclamou porque tinha pessoas em pé perto de nós. Mas pouco depois, vendo que eu continuava com o membro ereto em suas nádegas, virou a cabeça discretamente para mim, pelo lado da porta da lotação, onde estávamos, e disse baixinho:
- O que tu ta fazendo?!
- Nada – eu falei, então ela disse:
- Para com isso menino! A lotação está cheia...
Ela, no entanto, virou-se e não disse mais nada, e eu continuei me aproveitando. Estava maravilhosa a visão. Minha irmã parecia ainda continuar empinando a bunda e seus lindos cabelos pretos escorriam por suas costas e estavam cheirosos. Então eu mesmo puxei o assunto, para fingir naturalidade, e disse bem perto:
- Eu não to fazendo nada... nada demais...
- A lotação ta cheia, para com isso! Deve ta todo mundo olhando! – ela disse, virando um pouco o rosto para mim, e continuou - Deixa pelo menos chegar em casa...
Eu não acreditei no que ouvi, e para não errar mais eu encerrei o assunto, disse:
- Ta bom – e me afastei um pouco.
Segui levando seus livros, até que com o decorrer da viagem a lotação secou e sentamos na fila dos últimos assentos, que, em pouco tempo, só estávamos eu e ela, pois os demais iam nos bancos mais a frente. Érika já segurava seus livros e eu aproveitei para ousadamente levantar um pouco o seu vestido, para ver totalmente suas coxas. Minha intenção era não deixar as coisas esfriarem. Na primeira vez que ergui seu vestido ele subiu mais do que eu pretendia, mostrando toda suas lindas coxas grossas. Minha irmã tomou um susto e fez uma cara que misturava espanto e ao mesmo tempo discrição, dizendo baixo: “Para”!, e voltando a descer o vestido. Contudo, insisti e nas outras vezes ela demorava mais a baixar o vestido, que já subia perto de sua calcinha. Ela dizia: “Para Bruno!”, e eu respondia: “Quero apenas ver uma coisa”, e ela disse: “Quer ver o que?”. Foi quando eu já estava era baixando um pouco a cabeça para ver melhor, então levantei novamente seu vestido e dessa vez pude ver sua calcinha. Ela então, colocando a mão e voltando a baixar o vestido disse, com uma cara mais séria: “Ta bom Bruno, já viu... Agora para, senão vou contar para a mãe!” Eu então me aquietei até quando chegamos no prédio.
Era por volta de sete horas da noite. Já esperava que minha mãe ou meu pai não estivessem em casa. Assim, enquanto esperávamos o elevador procurei ser amigável e quando ele chegou dei um tapinha na bunda de minha irmã, como para ela entrar na frente; contudo, apenas entramos no elevador ela já foi me alertando: “Esse elevador tem câmera..” Contudo, apenas chegamos a nosso andar e já voltei a me engraçar, dizendo, “deixa eu ajeitar aqui o teu vestido”, e com isso levei a mão em sua nádega e mexi um pouco no tecido. Ela disse: “você está muito danadinho pro meu gosto”. “To nada... Quem mandou ser bonita”, eu disse fazendo-a rir. Ela andava super empinada pelo corredor e quando chegamos na porta ela meteu a mão na bolsa para procurar as chaves da porta, e nisso eu já estava ousado e com a mesma coragem que tive na lotação levantei um pouco o seu vestido, vendo a polpa de suas nádegas. Ela disse: “Espera Bruno, deixa eu procurar essa chave.”, mas como ela não disse mais nada eu apenas ganhei coragem e levantei um pouco mais o vestido, vendo mais de sua bunda e sua bonita calcinha branca. Ela com uma das mãos baixou o vestido. Então quando ela foi abrir a porta eu voltei a subir um pouco e colei meu pau. Ela olhou para trás e disse: “Espera menino, senão eu não vou conseguir abrir essa porta!”. Então ela abriu e saiu de mim, porém, parando logo na mesa da sala, diante da porta, e ficou naquela postura empinada como que lendo algumas correspondências. Eu achei aquilo um convite e chegando por trás na cara dura levantei seu vestido até a cintura, mostrando toda sua bunda, e colei meu pau nela. Ela disse: “Para Bruno!”, mas pareceu gemer. “Para! Espera...”, e mandou, “Vai fechar a porta!”.
Desanimei um pouco e sai dela para trancar a porta com a chave, porém, quando me virei de novo vi que o seu vestido ainda estava levantado na cintura, mostrando sua bunda de fora. Não me agüentei e chegando-me novamente posicionei meu pau duríssimo bem entre suas nádegas. Ela gemeu baixinho e trouxe seu corpo mais para o meu. A safada estava com a bunda toda empinadinha em meu pau. Então eu segurei com uma das mãos em seu cabelo e com a outra levantei de uma vez seu vestido, passando por sobre sua cabeça num só movimento e tirando-o todo. Nessa hora ela deu um gritinho e saiu correndo para a porta da sala, onde parou e me olhou, só de calcinha e sutiã. Foi quando num só movimento baixei o calção e fiquei só de cueca, uma cueca preta e com meu pau duríssimo transparecendo. Ela então viu e saiu correndo dando uns gritinhos, eu então corri atrás dela e peguei-a enfrente a porta do quarto de minha mãe, e virando-a de frente para mim levei a mão até seu sutiã e apertei seu seio. Ela então riu e novamente saiu de mim, correndo para dentro do quarto e parando enfrente a cama. Quando cheguei nela a empurrei, e ela caiu de quatro na cama, toda sensual, e logo em seguida passou a perna virando-se para mim, o que me deixou ver uns pelinhos que transpareciam do pacote em sua calcinha. Eu imediatamente subi na cama para entre suas pernas e passei a mão naquela vulva gostosa. Ela olhou para mim e disse: “Mamãe nos mata se descobrir...”, porém, Érika estava tão gostosa e pronta para ser comida que eu disse: “Vira essa bunda pra cá sua safada!”, e ela virou-se de quatro e eu segurei em sua cintura e rocei suas nádegas em meu pau, que babava e já saia da cueca. Passei a mão por suas coxas, sentindo todo seu calor e disse: “Quero comer essa tua buceta gostosa é agora”. Então ela disse: “Seu danado! Pois deixa eu ver esse pauzão duro!”, e trazendo a mão para trás meteu dentro de minha cueca e liberou meu pau para fora. Meu pau apontava para o teto de duro e estava todo babado. Ela passou a mão por ele e disse: “Eita que pauzão gostoso!”. Então eu levando as mãos a sua cintura ameacei tirar sua calcinha. Érika vendo minha intenção baixou o quadril e ficou de bruços na cama, então eu levei os dedos pelo elástico e puxei sua calcinha para baixo, revelando sua bunda carnuda. Baixei um pouco mais minha cueca e ela, deitada de costa para mim abriu as pernas. Posicionei meu pau na entrada da buceta dela e senti toda a sua umidade. A safada estava toda molhada e meu pau foi entrando facilmente, e fui sentindo aquela xana gordinha em todo seu calor, até que comecei um vai-e-vem, e logo meu pau estava todo dentro dela. Constatei que Érika é daquelas mulheres que gemem. Ela gemia muito e alto. Porém, nada abafava o som do vai-e-vem frenético que meu pau fazia na buceta de minha irmã. Ela estava tão molhada que a cada estocada que eu dava fazia barulho “Ploc Ploc Ploc”. Então mantive o ritmo frenético até que logo ela segurou firme na cocha da cama com os punhos cerrados e puxou, senti sua buceta encharcar e vi que ela estava gozando. Ela gemia “ah, aaah”, então aproveitei para gozar também e acelerei as estocadas, ela disse gemendo: “...não acreditoo!...”, e assim dei um tapão em sua nádega e gozei fundo em sua buceta. Quase desmaiei de tanto gozo. Escureceu a vista. Chamei-a de safada e deixei meu corpo cair sobre o dela.
Não acreditei no que havia acontecido: eu tinha comido minha irmã. Acho que eu passei uns 30 segundo ali, com o pau dentro dela, até que afastei seu cabelo e beijei seu pescoço. Fiz menção de me levantar então ela me segurou e pediu pra eu vestir sua calcinha. Eu a apanhei do lado e enfiando por seus pés subi sua calcinha até suas coxas e a vesti novamente. Era um tesão como a calcinha lhe vestia bem, e com isso meu pau já queria fazer menção de endurecer novamente. Mas aí ela levantou-se da cama e disse que ia ao banheiro. Eu fiquei admirando-a e me recompus. Tive a idéia de ir buscar o seu vestido na sala, cheirei ele e quando ela saiu do banheiro veio pegá-lo, ainda de calcinha e sutiã. Eu deixei que ela viesse até a mim e o escondi em minhas costas, dizendo que queria que ela ficasse daquele jeito. Ela disse que não, porque o papai e a mamãe estavam para chegar, mas eu argumentei que era pouco tempo e que depois lhe daria o vestido, e assim ela concordou. Sentei no sofá da sala e fiquei a contemplá-la passeando na casa apenas de calcinha e sutiã. Pouco tempo depois ela própria veio também ficar na sala, no entanto, uns cinco minutos depois escutamos uma conversa no corredor e o barulho da chave mexendo então ela levantou-se do sofá num pulo e disse: “me dá o vestido”, e eu joguei para ela e ela saiu correndo pra dentro do quarto com ele. Meu pai e minha mãe abriram a porta, trazendo umas coisas do mercantil, e logo minha irmã veio lá de dentro vestida e os ajudou com as coisas. E o resto desse dia eu passei contemplativo. Criei inclusive uma teoria: de que toda irmã que empina a bunda é safadinha. O interessante, contudo, foi o que aconteceu no dia seguinte. Mas o que tinha de contar aqui já contei. Obrigado a todos por terem acompanhado o caso que tive com minha irmã, que por ser uma história real somente aqui posso divulgá-la.